{"id":4263,"date":"2025-03-31T23:09:15","date_gmt":"2025-03-31T22:09:15","guid":{"rendered":"https:\/\/parquediscovery.pt\/de\/?p=4263"},"modified":"2025-10-24T10:37:53","modified_gmt":"2025-10-24T09:37:53","slug":"leopards","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/leopards","title":{"rendered":"os leopardos e as chitas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\">Com os termos <em>namer \/ nemar<\/em> e <em>pardalis<\/em>, a B\u00edblia refere-se ao leopardo (<em>Panthera pardus<\/em>) ou \u00e0 chita (<em>Acinonyx jubatus<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Ambas as esp\u00e9cies eram comuns no M\u00e9dio Oriente e, at\u00e9 h\u00e1 poucos s\u00e9culos, raramente se distinguiam. A chita tamb\u00e9m era chamada de \u00ableopardo de ca\u00e7a\u00bb e, juntos, eram designados como \u00abpardel\u00bb. Por isso, \u00e9 bem poss\u00edvel que, por vezes, se refira a um, e outras vezes, a outro. No que toca \u00e0 perigosidade e ferocidade, o leopardo \u00e9 o candidato mais adequado; quanto \u00e0 velocidade extrema, \u00e9 a chita.<\/p>\n\n\n\n<p>A palavra hebraica <em>namer<\/em> (Ct 4:8; Is 11:6; Jr 5:6; 13:23; Os 13:7; Hc 1:8) e o seu equivalente aramaico <em>nemar<\/em> (Dn 7:6) derivam de uma raiz que significa \u00abpingar \/ encharcar\u00bb (como ao filtrar ou tingir) \u2013 provavelmente uma alus\u00e3o ao pelo malhado. Esta aparece nos nomes de lugares como <em>Beth-Nimra<\/em> (Nm 32:36; Js 13:27) \u2013 \u00abcasa da leoparda\u00bb \u2013 e na forma abreviada <em>Nimra<\/em> (Nm 32:3). Nas \u00ab\u00e1guas de Nimrim\u00bb (Is 15:6; Jr 48:34), possivelmente n\u00e3o se fa\u00e7a refer\u00eancia ao felino, mas sim \u00e0 raiz da palavra \u00abgotejar\u00bb. No hebraico moderno, <em>nemar<\/em> designa o leopardo, enquanto que a chita \u00e9 chamada pelo termo indiano <em>cheetah<\/em> (como tamb\u00e9m em ingl\u00eas e portugu\u00eas).<\/p>\n\n\n\n<p>A palavra grega <em>pardalis<\/em> (Ap 13:2) \u00e9 uma forma reduzida de <em>pardaleon<\/em> (como na LXX em Ct 4:8) e significa \u00abpantera-le\u00e3o\u00bb. Mais tarde, por\u00e9m, prevaleceu a forma <em>leopardos<\/em>, de onde prov\u00e9m a denomina\u00e7\u00e3o latina (e alem\u00e3) \u00ableopardo\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Israel, os territ\u00f3rios de tr\u00eas subesp\u00e9cies de leopardos sobrep\u00f5em-se: o leopardo \u00e1rabe (<em>Panthera pardus nimr<\/em>, sul de Israel), o leopardo do Sinai (<em>P. p. jarvisi<\/em>, pen\u00ednsula do Sinai) e o leopardo persa (<em>P. p. saxicolor<\/em>, nordeste). \u00c9 o felino de grande porte mais difundido e adapt\u00e1vel, e, al\u00e9m de ser um excelente escalador, ca\u00e7a em florestas, montanhas e paisagens abertas. Por isso, presume-se que tamb\u00e9m habitava nos montes do L\u00edbano, \u00abos montes dos leopardos\u00bb (Ct 4:8). Quanto \u00e0 chita, embora se fale da subesp\u00e9cie asi\u00e1tica (<em>Acinonyx jubatus venaticus<\/em>), a sua variabilidade gen\u00e9tica \u00e9 t\u00e3o reduzida, que a distin\u00e7\u00e3o pode ser questionada.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das tradu\u00e7\u00f5es alem\u00e3s alterna entre \u00ableopardo\u00bb e \u00abpantera\u00bb, o que pode causar confus\u00e3o. Hoje, \u00abPantera\u00bb designa apenas a forma negra do leopardo (rara no M\u00e9dio Oriente), e os termos antigos como \u00abPardel\u00bb (AElb, Menge) ou \u00abParder\u00bb (AM) j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o usados. Apenas a Elberfelder Revista (\u00dcElb) e a \u00abHoffnung f\u00fcr alle\u00bb (Hfa) traduzem consistentemente como \u00ableopardo\u00bb. A vers\u00e3o inglesa <em>New Living Translation<\/em> escolhe a chita num vers\u00edculo que fala da velocidade: \u00abTheir horses are swifter than cheetahs\u00bb (Hc 1:8: \u00abOs seus cavalos s\u00e3o mais r\u00e1pidos do que as chitas\u00bb) \u2013 e com raz\u00e3o, como veremos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1121\" height=\"804\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4266\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr.jpg 1121w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr-300x215.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr-1024x734.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr-768x551.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-verdunkelungs-gefahr-600x430.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1121px) 100vw, 1121px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">As causas gen\u00e9ticas da ocorr\u00eancia da \u00abpantera negra\u00bb no leopardo, s\u00e3o hoje bem conhecidas. Os seus genes para a colora\u00e7\u00e3o escura s\u00e3o recessivos e, por isso, raramente dominam. No jaguar da Am\u00e9rica do Sul, ao contr\u00e1rio, esses genes s\u00e3o dominantes, o que resulta em muitos indiv\u00edduos de pelagem escura.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Tanto o leopardo, quanto a chita, distinguem-se pelo pelo malhado. Mas \u00e9 f\u00e1cil diferenci\u00e1-los: a chita tem apenas \u00abpintas\u00bb, enquanto que o leopardo revela belas rosetas. Estas s\u00e3o designadas pela palavra hebraica <em>chabarbura<\/em>, que s\u00f3 ocorre neste contexto e significa \u00abliga\u00e7\u00e3o\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1583\" height=\"729\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4267\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel.jpg 1583w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel-300x138.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel-1024x472.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel-768x354.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel-1536x707.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-muster-beispiel-600x276.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1583px) 100vw, 1583px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">As pintas pretas no pelo da chita (\u00e0 esquerda) distinguem-se facilmente das rosetas preenchidas do leopardo (\u00e0 direita).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A B\u00edblia faz alus\u00e3o a essa caracter\u00edstica: \u00abPode o et\u00edope mudar a sua pele ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso tamb\u00e9m v\u00f3s podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal\u00bb (Jr 13:23). Neste vers\u00edculo, h\u00e1 dois exemplos de caracter\u00edsticas naturalmente imut\u00e1veis, que s\u00e3o usados como li\u00e7\u00e3o espiritual \u2013 ambos relacionados \u00e0 alta produ\u00e7\u00e3o de pigmentos escuros (melanina). O padr\u00e3o das manchas \u00e9 geneticamente fixado e n\u00e3o pode ser ocultado. At\u00e9 mesmo a \u00abpantera\u00bb, a forma negra do leopardo, n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o: \u00e0 luz do sol, pode-se ainda ver o padr\u00e3o malhado no pelo escuro. As manchas continuam l\u00e1!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1187\" height=\"668\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4268\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze.jpg 1187w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze-300x169.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze-768x432.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-mixe-katze-600x338.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1187px) 100vw, 1187px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um leopardo que se acasala com uma leoa pode gerar, com sorte, um \u00ableopon\u00bb. Invertendo os pap\u00e9is parentais, o h\u00edbrido \u00e9 chamado de \u00abliard\u00bb. J\u00e1 foram documentadas todas as combina\u00e7\u00f5es entre le\u00f5es, tigres, jaguares e leopardos. Se um leopardo estiver envolvido, as manchas ir\u00e3o sempre permanecer vis\u00edveis de alguma forma.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O mesmo se aplica a todos os seres humanos, e n\u00e3o apenas para Israel: como Jeremias apontou, n\u00e3o conseguimos \u00absair da nossa pele\u00bb e somos, por natureza, inclinados a fazer o mal. A palavra hebraica usada aqui, <em>limmud<\/em>, vem de <em>lamad<\/em> (ensinar) e significa \u00abser instru\u00eddo\u00bb. Em Isa\u00edas 8:16, esta \u00e9 traduzida como \u00abdisc\u00edpulo\u00bb. Por natureza, todos s\u00e3o disc\u00edpulos do pecado, incapazes de mudar por si pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas houve algu\u00e9m, de quem se diz profeticamente: \u00abO Senhor JEOV\u00c1 me deu uma l\u00edngua erudita, [<em>limmud<\/em>], para que eu saiba dizer, a seu tempo, uma boa palavra ao que est\u00e1 cansado. Ele desperta-me todas as manh\u00e3s, desperta-me o ouvido para que ou\u00e7a como aqueles que aprendem [<em>limmud<\/em>]\u00bb (Is 50:4). Por meio da morte do Senhor Jesus, tornou-se poss\u00edvel o que, naturalmente, \u00e9 imposs\u00edvel. Quem cr\u00ea nele, pode dizer com Paulo: \u00absabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que n\u00e3o sirvamos mais ao pecado\u00bb (Rm 6:6). Assim, realmente nos despimos da \u00abpele velha\u00bb, pois \u00abj\u00e1 vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou\u00bb (Cl 3:9.10).<\/p>\n\n\n\n<p>A chita, em geral, evita o ser humano. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o dos animais feridos por ca\u00e7adores que se defendem, h\u00e1 pouqu\u00edssimos casos conhecidos de ataques diretos. Por isso, provavelmente \u00e9 do leopardo que se fala, quando Deus o usa como animal selvagem para o ju\u00edzo: \u00abPor isso, um le\u00e3o do bosque os feriu, um lobo dos desertos os assolar\u00e1, um leopardo vigia contra as suas cidades; qualquer que sair delas ser\u00e1 despeda\u00e7ado\u00bb (Jr 5:6). Este vers\u00edculo \u00e9 provavelmente simb\u00f3lico, pois o contexto refere-se ao ju\u00edzo por na\u00e7\u00f5es inimigas. No entanto, ele menciona a amea\u00e7a real representada por esse felino. A especialidade do leopardo \u00e9 esconder-se em \u00e1rvores e saltar sobre a sua presa, derrubando-a com seu peso de at\u00e9 90 kg, for\u00e7a de salto e garras afiadas. Saber que se caminha numa \u00e1rea onde esse inimigo invis\u00edvel ronda, pode ser apavorante. Deus descreve-se a si mesmo nesta fun\u00e7\u00e3o de perseguidor quando exerce ju\u00edzo: \u00abcomo leopardo, espiarei no caminho\u00bb (Os 13:7).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"979\" height=\"911\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4270\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen.jpg 979w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen-300x279.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen-768x715.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-aus-gerissen-600x558.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 979px) 100vw, 979px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O ca\u00e7ador de grandes feras Jim Corbett posa em 1925 com o &#8220;Leopardo de Rudraprayag&#8221;, que matou muitas pessoas.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Apesar do receio natural que os leopardos t\u00eam dos humanos, tornam-se rapidamente \u00abcriminosos reincidentes\u00bb quando descobrem como \u00e9 f\u00e1cil venc\u00ea-los. <em>The Man-eating Leopard of Rudraprayag<\/em> \u00e9 o t\u00edtulo de um livro de Jim Corbett, que conta como ca\u00e7ou um animal que durante anos fez ataques sucessivos, matando 125 pessoas. J\u00e1 ningu\u00e9m ousava entrar na mata sozinho e desarmado, e as aldeias vizinhas celebraram durante dias o abate libertador.<\/p>\n\n\n\n<p>No futuro reino de paz descrito na B\u00edblia, essa amea\u00e7a deixar\u00e1 de existir: \u00abo leopardo com o cabrito se deitar\u00e1 [&#8230;] e um menino pequeno os guiar\u00e1\u00bb (Is 11:6).<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 melhor s\u00edmbolo do que a chita, para representar a velocidade vertiginosa \u2013 o animal terrestre mais r\u00e1pido do planeta. Toda a sua anatomia \u00e9 projetada para a ca\u00e7a em alta velocidade, e a sua gen\u00e9tica est\u00e1 t\u00e3o orientada para esse \u00abobjetivo de cria\u00e7\u00e3o\u00bb, que h\u00e1 uma variabilidade quase nula. Todas as chitas vivas hoje s\u00e3o praticamente id\u00eanticas \u2013 como g\u00e9meos univitelinos \u2013 algo \u00fanico entre os \u00abanimais superiores\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1463\" height=\"2560\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4286\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-scaled.jpg 1463w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-171x300.jpg 171w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-585x1024.jpg 585w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-768x1343.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-878x1536.jpg 878w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-1171x2048.jpg 1171w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stromlinientreu-pt-600x1050.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1463px) 100vw, 1463px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Geneticamente, a chita est\u00e1 no seu limite m\u00e1ximo. Tanto a heterozigosidade m\u00e9dia (barra vermelha), que indica a varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, como a frequ\u00eancia de loci polim\u00f3rficos (barra verde) est\u00e3o a zero (segundo O\u2019Brien et al.).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O cora\u00e7\u00e3o, os pulm\u00f5es, os br\u00f4nquios e as narinas s\u00e3o significativamente ampliados. As fibras musculares s\u00e3o especializadas em contra\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas. As gl\u00e2ndulas suprarrenais s\u00e3o especialmente ativas, inundando o corpo com adrenalina. A cauda, com 60 cm, serve como estabilizador, e a coluna vertebral extremamente flex\u00edvel, funciona como uma mola que se estica e se retrai com for\u00e7a \u2013 o que tamb\u00e9m o ajuda a mudar de dire\u00e7\u00e3o rapidamente. O corpo esguio e alto quase n\u00e3o tem reservas de gordura. A cabe\u00e7a \u00e9 pequena e arredondada, e as patas, com almofadas r\u00edgidas e garras curtas n\u00e3o retr\u00e1teis, conferem excelente ader\u00eancia ao solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio da maioria dos felinos, a chita \u00e9 diurna e prefere ca\u00e7ar nas primeiras horas da manh\u00e3. A sua estrat\u00e9gia funciona melhor em savanas abertas, sem obst\u00e1culos. De um local elevado, observa a \u00e1rea, escolhe um grupo de ant\u00edlopes e planeia com precis\u00e3o: aproxima-se cuidadosamente, o que pode demorar at\u00e9 duas horas. Move-se de forma mais discreta que um le\u00e3o e consegue chegar a menos de 30 metros da presa.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o&#8230; algo surpreendente acontece: em vez de saltar e correr, ela surge do capim e caminha em dire\u00e7\u00e3o ao grupo. \u00abApresenta-se\u00bb aos ant\u00edlopes, que imediatamente fogem. Por que desperdi\u00e7a tempo e dist\u00e2ncia valiosos? Presume-se que nesta fase ela avalia os animais: qual deles \u00e9 que reage mais lentamente, qual deles \u00e9 que demonstra p\u00e2nico ou calma? Ela seleciona um alvo e foca-se exclusivamente nele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1429\" height=\"725\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4272\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung.jpg 1429w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung-300x152.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung-1024x520.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung-768x390.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-vor-sprung-600x304.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1429px) 100vw, 1429px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00abEstou em forma! Est\u00e1s a perder tempo comigo! Escolhe outro!\u00bb \u2013 Os impressionantes saltos do springbok (<em>Antidorcas marsupialis<\/em>) visam a dissuadir o predador. Mas a chita \u00e9 profissional demais para se deixar enganar. Ela j\u00e1 escolheu a sua presa e est\u00e1 totalmente concentrada em alcan\u00e7\u00e1-la.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Durante a fuga, alguns ant\u00edlopes fazem saltos verticais com as pernas r\u00edgidas \u2013 chamados de <em>stotting<\/em> ou <em>pronking<\/em>. Estes custam energia, por que \u00e9 que simplesmente n\u00e3o correm? Estudos mostram que esta acrobacia serve para demonstrar a boa forma f\u00edsica e desmotivar o predador. Isto funciona com c\u00e3es selvagens e hienas, mas n\u00e3o com a chita. Uma vez decidida, ela n\u00e3o muda de alvo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1500\" height=\"777\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4273\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler.jpg 1500w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler-300x155.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler-1024x530.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler-768x398.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-fluchtigkeits-fehler-600x311.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O ca\u00e7ador acelera ao m\u00e1ximo. A presa n\u00e3o sabe que ele ter\u00e1 de reduzir a velocidade em breve. O seu \u00fanico trunfo \u00e9 a maior resist\u00eancia. Se corresse sem parar, teria boas hip\u00f3teses de escapar. Mas perde a calma\u2026 faz a primeira curva\u2026 e a ca\u00e7ada termina.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Agora, a chita atinge a velocidade m\u00e1xima \u2013 nenhum outro animal terrestre \u00e9 mais r\u00e1pido. V\u00eddeos em c\u00e2mara lenta mostram toda a gl\u00f3ria do sprint: duas \u00abfases de voo\u00bb \u2013 uma quando o corpo est\u00e1 totalmente esticado, at\u00e9 8 metros de uma s\u00f3 vez \u2013 e outra quando est\u00e1 totalmente encolhido. Sem contato com o solo. Cada pata toca o ch\u00e3o cerca de tr\u00eas vezes por segundo. O que parece um bal\u00e9 elegante em c\u00e2mara lenta \u00e9, na realidade, um turbilh\u00e3o acelerado das patas dianteiras e traseiras. A temperatura do corpo atinge os 40\u00b0C, o pulso est\u00e1 no limite, com 150 respira\u00e7\u00f5es por minuto \u2013 \u00e9 imposs\u00edvel oxigenar mais. Ap\u00f3s alguns segundos, abranda. Mas j\u00e1 chega. A meta do sprint \u00e9 deixar a presa nervosa. Para os ant\u00edlopes, como as gazelas-de-Thomson ou as impalas, que dependem exclusivamente da velocidade, a persegui\u00e7\u00e3o de um predador mais r\u00e1pido \u00e9 um trauma. Elas perdem o controlo e desviam-se. \u00c9 o que a chita espera \u2013 ela reduz a velocidade para se adaptar. A sua maior vantagem, al\u00e9m da velocidade, \u00e9 a agilidade. Em plena corrida, muda de dire\u00e7\u00e3o e parece adivinhar para onde \u00e9 que a presa vai virar. Tem o menor raio de curva entre os animais da savana. Cada ziguezague da presa aumenta as suas hip\u00f3teses. Em poucos segundos, d\u00e1 um golpe com a pata dianteira, derruba o ant\u00edlope e termina com uma mordida na garganta. A efic\u00e1cia dessa estrat\u00e9gia talvez a torne no predador mais bem-sucedido.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1177\" height=\"688\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4274\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz.jpg 1177w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz-300x175.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz-1024x599.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz-768x449.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-hast-platz-600x351.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1177px) 100vw, 1177px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A presa est\u00e1 morta \u2013 mas o ca\u00e7ador est\u00e1 exausto. Enquanto se recupera, j\u00e1 se aproximam os vizinhos oportunistas. Muitas vezes, perde a presa antes mesmo de conseguir abri-la. A sua estrutura leve impede-a de lutar contra le\u00f5es, hienas, e at\u00e9 chacais. \u00c0s vezes, perde at\u00e9 a vida por n\u00e3o conseguir fugir. \u00c9 t\u00edpico da chita ca\u00e7ar com sucesso, mas depois perder tudo \u2013 \u00e0s vezes at\u00e9 a pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Quando algu\u00e9m tem sucesso excecional numa \u00e1rea, costuma haver um mecanismo compensat\u00f3rio que mant\u00e9m o equil\u00edbrio. O mesmo acontece com a chita: a restante hist\u00f3ria tamb\u00e9m precisa de ser contada, pois ela paga um pre\u00e7o alto pelo seu desempenho. Ap\u00f3s a ca\u00e7ada, fica praticamente sem f\u00f4lego, quase colapsa de exaust\u00e3o e precisa de descansar. Isso pode demorar at\u00e9 vinte minutos \u2014 s\u00f3 depois \u00e9 que ganha for\u00e7as para come\u00e7ar a comer. Durante esse tempo, est\u00e1 extremamente vulner\u00e1vel. Os le\u00f5es, as hienas, os leopardos, os c\u00e3es-selvagens e at\u00e9 os pequenos chacais invejam a sua sorte e tentam roubar-lhe a presa. Muitas vezes, s\u00e3o os abutres que lhes indicam o caminho. Em algumas regi\u00f5es, mais de metade das presas abatidas pelas chitas acabam novamente perdidas, sem que tenham sequer a oportunidade de as abrir. A sua estrutura leve impede-a de competir numa luta \u2014 e num confronto com le\u00f5es ou hienas, n\u00e3o s\u00f3 perderia a ca\u00e7a, mas possivelmente a pr\u00f3pria vida. Por vezes, \u00e9 exatamente isso que acontece, quando est\u00e1 t\u00e3o esgotada, que n\u00e3o consegue fugir a tempo. \u00c9 uma caracter\u00edstica t\u00edpica da chita: ela ca\u00e7a de forma r\u00e1pida e eficiente, mas perde a presa pouco depois \u2014 e, \u00e0s vezes, at\u00e9 a pr\u00f3pria vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Como mencionado no in\u00edcio, no passado pouco se distinguia entre o leopardo e a chita, e em tr\u00eas passagens b\u00edblicas onde s\u00e3o descritos acontecimentos r\u00e1pidos, a compara\u00e7\u00e3o com a chita faz mais sentido.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o dos quatro animais que surgem do mar, o profeta Daniel v\u00ea uma antecipa\u00e7\u00e3o de quatro imp\u00e9rios mundiais. O imp\u00e9rio grego \u00e9 descrito assim: \u00abDepois disso, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha tamb\u00e9m esse animal quatro cabe\u00e7as, e foi-lhe dado dom\u00ednio\u00bb (Dn 7:6). Nenhuma campanha de conquista na hist\u00f3ria foi mais r\u00e1pida e, em termos militares, mais bem-sucedida, do que a de Alexandre, o Grande (356-323 a.C.). Em apenas uma d\u00e9cada, conquistou um territ\u00f3rio que ia da Gr\u00e9cia ao Himalaia e do rio Indo ao sul do Egito. No entanto, n\u00e3o p\u00f4de desfrutar dessa conquista por muito tempo, pois morreu pouco depois, longe de casa. O imp\u00e9rio foi ent\u00e3o dividido entre os seus generais: Ant\u00edgono, Ptolemeu, Lis\u00edmaco e Seleuco. Como entraram em conflito entre si, o poder dos quatro \u00abDi\u00e1docos\u00bb esgotou-se rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>O ap\u00f3stolo Jo\u00e3o descreve, 650 anos depois, a vis\u00e3o de um novo imp\u00e9rio que surgir\u00e1 do \u00abmar\u00bb (isto \u00e9, das na\u00e7\u00f5es): \u00abE a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus p\u00e9s, como os de urso, e a sua boca, como a de le\u00e3o; e o drag\u00e3o deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio\u00bb (Ap 13:2). Este imp\u00e9rio traz tra\u00e7os dos imp\u00e9rios anteriores \u2014 incluindo a rapidez com que assumir\u00e1 o controlo quase total do mundo. Mas tamb\u00e9m ser\u00e1 de curta dura\u00e7\u00e3o: apenas 42 meses (Ap 13:5) at\u00e9 ao seu fim violento.<\/p>\n\n\n\n<p>O profeta Habacuque descreve o avan\u00e7o do ex\u00e9rcito babil\u00f3nico, ent\u00e3o imbat\u00edvel: \u00abOs seus cavalos s\u00e3o mais ligeiros do que os leopardos e mais perspicazes do que os lobos \u00e0 tarde; os seus cavaleiros espalham-se por toda parte; sim, os seus cavaleiros vir\u00e3o de longe, voar\u00e3o como \u00e1guias que se apressam \u00e0 comida\u00bb (Hc 1:8). De facto, a maioria dos cavalos treinados \u00e9 mais r\u00e1pida que um leopardo. Mas se subentendermos aqui a chita, temos ent\u00e3o uma imagem ainda mais poderosa. Isso corresponde bem \u00e0 expans\u00e3o s\u00fabita da coliga\u00e7\u00e3o dos povos mesopot\u00e2micos liderada pelos caldeus e pelo rei Nabucodonosor, que ap\u00f3s a queda do imp\u00e9rio ass\u00edrio conquistaram o M\u00e9dio Oriente. Com uma dura\u00e7\u00e3o de apenas 70 anos, tamb\u00e9m este imp\u00e9rio foi, comparativamente, de curta vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Afinal, qual \u00e9 exatamente a velocidade m\u00e1xima da chita? N\u00e3o \u00e9 um pouco frustrante quando cada fonte fornece um n\u00famero diferente? As medi\u00e7\u00f5es mais citadas indicam 120, 114, 113, 104, 98 e 93 quil\u00f3metros por hora. Considerando quantos fatores influenciam um resultado, fica claro que n\u00e3o faz muito sentido tentar encontrar um valor exato. Em situa\u00e7\u00f5es-limite, os pequenos detalhes fazem uma grande diferen\u00e7a \u2014 o peso atual, a forma f\u00edsica, o vento, o tipo de solo e a temperatura.<\/p>\n\n\n\n<p>O que se pode afirmar com seguran\u00e7a: \u00e9 que nenhum outro animal terrestre tem uma velocidade m\u00e1xima superior. No entanto, tamb\u00e9m foram registadas velocidades de cerca de 90 km\/h para as gazelas-de-Thomson \u2014 o que mostra que a chita precisa realmente de dar tudo de si nesse duelo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2560\" height=\"2195\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4285\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-scaled.jpg 2560w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-300x257.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-1024x878.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-768x658.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-1536x1317.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-2048x1756.jpg 2048w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-entspannungs-methode-pt-600x514.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A biomec\u00e2nica explica bem por que raz\u00e3o a chita consegue converter de forma t\u00e3o eficiente a sua energia em acelera\u00e7\u00e3o. A sua coluna vertebral el\u00e1stica desempenha um papel fundamental, funcionando como uma mola (segundo Kamimura et al.).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns has-small-font-size is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"line-height:1\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bartwal, DM; Puram, B; Garhwal, NT: <em>Environmental Consciousness in Jim Corbett\u2019s \u201cThe Man-Eating Leopard of Rudraprayag\u201d<\/em>. The Indian Review of World Literature in English 2017, 13(2):1-7; <a href=\"https:\/\/worldlitonline.net\/contents_jul_2017\/July%2017_article_1.pdf\">https:\/\/worldlitonline.net\/contents_jul_2017\/July%2017_article_1.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Caro, TM: <em>The functions of stotting in Thomson&#8217;s gazelles: some tests of the predictions<\/em>. Animal Behaviour 1986; 34(3):663-684; doi: 10.1016\/S0003-3472(86)80052-5<\/p>\n\n\n\n<p>Corbett, J: <em>Leoparden, die M\u00f6rder im Dschungel<\/em>. Z\u00fcrich, CH (Orell-F\u00fcssli) 1950; deutsche \u00dcbersetzung des englischen Originals: <em>The Man-eating Leopard of Rudraprayag<\/em>. New York (Oxford University Press) 1948<\/p>\n\n\n\n<p>Eizirik,E; Yuhki, N; Johnson, WE: <em>Molecular genetics and evolution of melanism in the cat family<\/em>. Current Biology 2003; 13:448-453; <a href=\"https:\/\/www.cell.com\/current-biology\/pdf\/S0960-9822(03)00128-3.pdf\">https:\/\/www.cell.com\/current-biology\/pdf\/S0960-9822(03)00128-3.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>FitzGibbon, CD; Fanshawe, JH: <em>Stotting in Thomson&#8217;s gazelles: an honest signal of condition<\/em>. Behavioral Ecology and Sociobiology 1988; 23:69\u201374<\/p>\n\n\n\n<p>Hayward, MW; Hofmeyr, M; O&#8217;Brien, J: <em>Prey preferences of the cheetah (Acinonyx jubatus) (Felidae: Carnivora): morphological limitations or the need to capture rapidly consumable prey before kleptoparasites arrive?<\/em> Journal of Zoology 2006; 270(4):615-627; doi: 10.1111\/j.1469-7998.2006.00184.x<\/p>\n\n\n\n<p>Hetem, RS; Mitchell, D; Witt, BA: <em>Cheetah do not abandon hunts because they overheat<\/em>. Biology Letters 2013; 9(5); doi: 10.1098\/rsbl.2013.0472<\/p>\n\n\n\n<p>Hilborn, A; Pettorelli, N; Orme, CDL: <em>Stalk and chase: how hunt stages affect hunting success in Serengeti cheetah<\/em>. Animal Behaviour 2012; 84(3):701-706; doi: 10.1016\/j.anbehav.2012.06.027<\/p>\n\n\n\n<p>Hunter, JS; Durant, SM; Caro, TM: <em>To flee or not to flee: predator avoidance by cheetahs at kills<\/em>. Behavioral Ecology and Sociobiology 2007; 61:1033-1042; doi: 10.1007\/s00265-006-0336-4<\/p>\n\n\n\n<p>Kamimura, T; Aoi, S; Higurashi, Y: <em>Dynamical determinants enabling two different types of flight in cheetah gallop to enhance speed through spine movement<\/em>. Scientific Reports 2021; 11:9631; doi: 10.1038\/s41598-021-88879-0<\/p>\n\n\n\n<p>Kaplan, M: <em>Speed test for wild cheetahs<\/em>. Nature 2013; 498:150; doi: 10.1038\/498150a<\/p>\n\n\n\n<p>Meder, A; Blank, S; Dank, U: <em>Lebendige Wildnis \u2013 Tiere der W\u00fcsten und Halbw\u00fcsten<\/em> (Geparde, S. 7-24). Stuttgart (Das Beste) 1993<\/p>\n\n\n\n<p>Mills, MGL; Broomhall, LS; Toit, JT: <em>Cheetah Acinonyx jubatus feeding ecology in the Kruger National Park and a comparison across African savanna habitats: is the cheetah only a successful hunter on open grassland plains?<\/em> Wildlife Biology 2004; 10:177-186; doi: 10.2981\/wlb.2004.024<\/p>\n\n\n\n<p>Podbregar, N: <em>Gepard: Geschwindigkeit ist nicht alles<\/em>. wissenschaft.de, 4. September 2013; <a href=\"https:\/\/www.wissenschaft.de\/erde-umwelt\/gepard-geschwindigkeit-ist-nicht-alles\">https:\/\/www.wissenschaft.de\/erde-umwelt\/gepard-geschwindigkeit-ist-nicht-alles<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Rani, P; Kumar, N: <em>Foregrounding the Animal Stance: A Critical Study of Man-Eating Leopard of Rudraprayag<\/em>. Rupkatha Journal on Interdisciplinary Studies in Humanities 2017; 9(3):151-160; doi: 10.21659\/rupkatha.v9n3.16<\/p>\n\n\n\n<p>Scantlebury, DM; Millsrory, MGL; Wilson, P: <em>Flexible energetics of cheetah hunting strategies provide resistance against kleptoparasitism<\/em>. Science 2014; 346(6205):79-81; doi: 10.1126\/science.1256424<\/p>\n\n\n\n<p>Sharp, NCC: <em>Timed running speed of a cheetah (Acinonyx jubatus)<\/em>. Journal of Zoology 1997; 241:493-494; doi: 10.1111\/j.1469-7998.1997.tb04840.x<\/p>\n\n\n\n<p>Wilson, JW; Mills, MGL; Wilson, RP: <em>Cheetahs, Acinonyx jubatus, balance turncapacity with pace when chasing prey<\/em>. Biology Letters 2013; 9; doi: 10.1098\/rsbl.2013.0620<\/p>\n\n\n\n<p>Wilson, A; Lowe, J; Roskilly, K: <em>Locomotion dynamics of hunting in wild cheetahs<\/em>. Nature 2013; 498:185\u2013189; doi: 10.1038\/nature12295<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns has-small-font-size is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"line-height:1\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong>Creditos de Imagem:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Wikipedia: H\u00edbrido leopardo-le\u00e3o \/ TRJN \/\/ Ca\u00e7ador de grandes feras Jim Corbett \/ Shiva \/\/ Ant\u00edlope em salto vertical \/ Charles Jorgensen<\/p>\n\n\n\n<p>o<strong>utras licen\u00e7as<\/strong>: Retrato de leopardo \/ ID_635825570 \/ VarnaK \/\/ Melanism, black panther \/ ID_672423601 \/ jeep2499 \/\/ Padr\u00f5es de pelagem comparados (chita) \/ ID_719157937 \/ Volodymyr Burdiak \/\/ Padr\u00f5es de pelagem comparados (leopardo) \/ ID_1183492993 \/ TigerStocks \/\/ Mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o da chita \/ ID_484873690 \/ JonathanC Photography \/\/ Chita com presa \/ ID_184058318 \/ Maggy Meyer \/\/ Mec\u00e2nica da corrida da chita \/ Kamimura et al<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com os termos namer \/ nemar e pardalis, a B\u00edblia refere-se ao leopardo (Panthera pardus) ou \u00e0 chita (Acinonyx jubatus).<br \/> Ambas as esp\u00e9cies eram comuns[\u2026]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4265,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"remove_blocks_before_content":false,"remove_blocks_after_content":false,"disable_reading_progress_bar":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[65],"tags":[],"class_list":["post-4263","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-animals-of-the-field"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4263"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4263\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5236,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4263\/revisions\/5236"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}