{"id":4449,"date":"2025-03-17T22:48:23","date_gmt":"2025-03-17T22:48:23","guid":{"rendered":"https:\/\/parquediscovery.pt\/de\/?p=4449"},"modified":"2026-04-30T10:02:27","modified_gmt":"2026-04-30T09:02:27","slug":"aurochs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/aurochs","title":{"rendered":"os auroques"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\">Na B\u00edblia, os auroques simbolizam ferocidade e for\u00e7a indom\u00e1veis. Infelizmente, estes bovinos impressionantes est\u00e3o extintos h\u00e1 muito tempo no M\u00e9dio Oriente, onde provavelmente j\u00e1 n\u00e3o existiam na \u00e9poca do Novo Testamento. Na Europa, sobreviveram por mais tempo, mas aqui tamb\u00e9m o \u00faltimo exemplar morreu no ano de 1672, na Pol\u00f3nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os auroques, ou uros, s\u00e3o mencionados nas tradu\u00e7\u00f5es b\u00edblicas alem\u00e3s tamb\u00e9m como \u00abbois selvagens\u00bb, \u00abtouros selvagens\u00bb ou \u00abb\u00fafalos\u00bb e s\u00e3o considerados a forma ancestral do gado dom\u00e9stico. Em Israel, as \u00e1reas de distribui\u00e7\u00e3o do auroque da eur\u00e1sia (\u00ab<em>Bos primigenius primigenius<\/em>\u00bb) e do auroque africano (\u00ab<em>Bos primigenius africanus<\/em>\u00bb) sobrep\u00f5em-se. O processo exato da domestica\u00e7\u00e3o pelo ser humano n\u00e3o \u00e9 claro, deixando em aberto poss\u00edveis cen\u00e1rios diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista gen\u00e9tico, as diferentes formas est\u00e3o t\u00e3o intimamente relacionadas, que podem ser perfeitamente consideradas como ra\u00e7as distintas da mesma esp\u00e9cie (no sentido de uma \u00abesp\u00e9cie biol\u00f3gica\u00bb). Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel que os auroques fossem formas selvagens do gado dom\u00e9stico. De qualquer modo, no que diz respeito \u00e0 apar\u00eancia e ao temperamento, eles estavam t\u00e3o distantes dos seus primos domesticados (J\u00f3 39:9.10) que era impens\u00e1vel utiliz\u00e1-los na agricultura. \u00c9 poss\u00edvel (dependendo da data\u00e7\u00e3o) que o \u00abboi selvagem\u00bb descrito como indom\u00e1vel em J\u00f3 30 fosse, na realidade, um bis\u00e3o-da-estepe extinto, que podia atingir at\u00e9 2 metros de altura e 700-800 quilos de peso, cujos f\u00f3sseis foram encontrados em Israel e nas suas proximidades.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1441\" height=\"809\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4924\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder.jpg 1441w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder-300x168.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder-768x431.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-enkel-rinder-600x337.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1441px) 100vw, 1441px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Apesar do gado Heck ser uma ra\u00e7a de gado dom\u00e9stico (\u00ab<em>Bos taurus<\/em>\u00bb), assemelha-se muito ao auroque na apar\u00eancia.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Embora o contexto e a descri\u00e7\u00e3o de J\u00f3 39:9-12 tenham sido apontados por muitos estudiosos como uma representa\u00e7\u00e3o de um animal semelhante a um bovino, a sua identifica\u00e7\u00e3o permaneceu incerta durante muito tempo. O arque\u00f3logo brit\u00e2nico Sir Austen Henry Layard desenterrou em 1846, em Ninrude, um relevo que mostra o rei ass\u00edrio Assurnasirpal II a ca\u00e7ar auroques. Nessa representa\u00e7\u00e3o, os animais s\u00e3o designados em ac\u00e1dio como \u00ab<em>rim<\/em> \/ <em>rimu<\/em>\u00bb, o que, para os fil\u00f3logos cl\u00e1ssicos, estabelece claramente a liga\u00e7\u00e3o com o hebraico \u00ab<em>re\u2019em<\/em>\u00bb. Esta palavra deriva provavelmente de \u00ab<em>ra\u2019am<\/em>\u00bb, que significa \u00abexaltado, elevado, poderoso\u00bb (cf. Za 14:10).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1574\" height=\"905\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4925\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest.jpg 1574w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest-300x172.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest-1024x589.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest-768x442.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest-1536x883.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schlacht-fest-600x345.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1574px) 100vw, 1574px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os touros de lide espanh\u00f3is, criados propositadamente para apresentarem caracter\u00edsticas como agressividade, irritabilidade e resist\u00eancia, podem ter um temperamento semelhante ao dos auroques de antigamente. Numa tourada tradicional (\u00abcorrida de toros\u00bb), o matador desvia-se repetidamente dos ataques impetuosos do touro ferido e, por fim, mata o animal exausto com uma espada comprida.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os cr\u00edticos da B\u00edblia, que o consideram predominantemente um mito e uma lenda, encontram satisfa\u00e7\u00e3o no facto da palavra \u00abunic\u00f3rnio\u00bb aparecer em algumas tradu\u00e7\u00f5es mais antigas. Martinho Lutero baseou-se na LXX grega, em que o hebraico \u00ab<em>re\u2019em<\/em>\u00bb foi traduzido por \u00ab<em>monokeros<\/em>\u00bb, bem como nas tradu\u00e7\u00f5es latinas <em>Vetus Latina<\/em>, onde surge como \u00ab<em>unicornis<\/em>\u00bb, e na <em>Vulgata<\/em>, que o traduz por \u00ab<em>monoceros<\/em>\u00bb. Todos os tr\u00eas termos designavam o \u00ab<em>unic\u00f3rnio<\/em>\u00bb \u2013 um animal semelhante a um cavalo ou a uma cabra, de ferocidade e for\u00e7a excecionais, com um longo chifre reto no centro da testa, cuja exist\u00eancia era firmemente aceite pelos eruditos da \u00e9poca. Diversos livros de medicina descreveram os efeitos milagrosos do seu chifre e dos rem\u00e9dios preparados a partir dele, e viajantes de todo o mundo, como Marco Polo (1254\u20131324), relataram t\u00ea-lo visto na ilha de Sumatra. O ingl\u00eas Edward Webbe (1554\u20131590) afirmou ter observado tr\u00eas unic\u00f3rnios no jardim zool\u00f3gico privado de um pr\u00edncipe indiano, e o explorador portugu\u00eas Jer\u00f3nimo Lobo (1593\u20131678) declara ter-se deparado com um exemplar na Eti\u00f3pia. Lutero n\u00e3o tinha, portanto, qualquer motivo para duvidar da exist\u00eancia dos unic\u00f3rnios, tanto mais que a anatomia que lhes era atribu\u00edda estava perfeitamente dentro do \u00e2mbito do que \u00e9 biologicamente poss\u00edvel e os relatos de \u00abtestemunhas oculares\u00bb continuaram a ser documentados inclusive depois do seu tempo (at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII!).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1910\" height=\"731\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4926\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd.jpg 1910w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd-300x115.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd-1024x392.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd-768x294.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd-1536x588.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-stecken-pferd-600x230.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1910px) 100vw, 1910px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O naturalista su\u00ed\u00e7o Conrad Gessner (1516\u20131565) foi um dos eruditos mais importantes da sua \u00e9poca. O seu ambicioso objetivo era catalogar toda a literatura ocidental e sintetizar o conhecimento do seu tempo. Dedicou-se ao trabalho com grande fervor e, no seu per\u00edodo de atividade, que foi relativamente curto, ele foi incrivelmente produtivo. Na sua hist\u00f3ria natural, \u00e0 qual intitulou \u00abHistoria animalium\u00bb, t\u00edtulo que j\u00e1 Arist\u00f3teles usara, encontra-se tamb\u00e9m o unic\u00f3rnio. No entanto, como cientista meticuloso, Gessner afirmou que o relato se baseava em informa\u00e7\u00f5es imprecisas e, por vezes, contradit\u00f3rias, e que ele pr\u00f3prio nutria d\u00favidas quanto \u00e0 sua exist\u00eancia. Em sua mem\u00f3ria, foi exposto um \u00abunic\u00f3rnio empalhado\u00bb no Museu Zool\u00f3gico de Zurique.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A refer\u00eancia mais antiga conhecida da imprecis\u00e3o desta tradu\u00e7\u00e3o prov\u00e9m do professor Heinrich Sander (1754\u20131782), de Karlsruhe. Dado que o autor de <em>land:l\u00e4ufer<\/em> se sente profundamente comprometido com a causa defendida por este te\u00f3logo, \u00e9 aqui citado uma passagem mais extensa: \u00ab\u00c0 luz da hist\u00f3ria natural, estou convencido de que, em toda a cria\u00e7\u00e3o tal como a conhecemos, se procurar\u00e1 em v\u00e3o pelo antigo unic\u00f3rnio; e que, em todas as partes da B\u00edblia onde Lutero e outros ponderam a respeito do unic\u00f3rnio, n\u00e3o se deve entender outro animal sen\u00e3o uma esp\u00e9cie de boi. \u2013 Qualquer pessoa que considere esta investiga\u00e7\u00e3o in\u00fatil e sup\u00e9rflua, deve lembrar-se de que \u00e9 a tarefa dos professores estudar todo o conte\u00fado da B\u00edblia e aplicar tudo o que as ci\u00eancias humanas podem oferecer para esclarecer este livro riqu\u00edssimo, escrito para todos os seres humanos, a fim de que possamos tamb\u00e9m enfrentar o escarnecedor, o c\u00e9tico e o mal-intencionado e perseverar a honra destas Escrituras divinas.\u00bb \u2013 Tendo em vista estas obje\u00e7\u00f5es iniciais (e muitas subsequentes), \u00e9 surpreendente, contudo, que a necess\u00e1ria corre\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o de Lutero tenha sido adiada por tanto tempo, a ponto de ainda constar na edi\u00e7\u00e3o de 1912. A n\u00edvel do contexto portugu\u00eas, a altera\u00e7\u00e3o ocorreu ainda mais tarde, pois, embora a edi\u00e7\u00e3o <em>Almeida S\u00e9culo XXI<\/em> j\u00e1 tivesse corrigido o termo no seu lan\u00e7amento em 1967 para \u00abchifres do boi selvagem\u00bb, a designa\u00e7\u00e3o de \u00abunic\u00f3rnio\u00bb prevaleceu at\u00e9 \u00e0 \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da <em>Almeida Revista e Corrigida<\/em> de 2009: \u00abSalva-me da boca do le\u00e3o; sim, ouve-me desde as pontas dos unic\u00f3rnios.\u00bb (Sl 22:21, ARC).<\/p>\n\n\n\n<p>O auroque \u00e9 descrito de maneira mais impressionante pelo seu pr\u00f3prio Criador: \u00abQuerer-te-\u00e1 servir o unic\u00f3rnio ou ficar\u00e1 na tua cavalari\u00e7a? Ou amarrar\u00e1s o unic\u00f3rnio ao rego com uma corda, ou estorroar\u00e1 ap\u00f3s ti os vales? Ou confiar\u00e1s nele, por ser grande a sua for\u00e7a, ou deixar\u00e1s a seu cargo o teu trabalho? Ou te fiar\u00e1s dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?\u00bb (J\u00f3 39:9-12).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1185\" height=\"816\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4927\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck.jpg 1185w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck-300x207.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck-1024x705.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck-768x529.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-kopf-schmuck-600x413.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1185px) 100vw, 1185px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Embora as f\u00eameas do gado Heck sejam significativamente mais pequenas e mais leves do que os touros, ostentam chifres igualmente impressionantes. No entanto, \u00e9 prov\u00e1vel que ambos os g\u00e9neros sejam muito menos irritadi\u00e7os do que os seus antepassados selvagens. Os auroques figuravam tamb\u00e9m entre os animais selvagens que eram capturados para serem utilizados como isco em anfiteatros. No \u00abDe Bello Gallico\u00bb, J\u00falio C\u00e9sar descreve os auroques da Floresta Herc\u00ednia, como extremamente agressivos e indom\u00e1veis. As tribos germ\u00e2nicas esfor\u00e7avam-se muito para os conseguir capturar em covas e mat\u00e1-los. Os ca\u00e7adores bem-sucedidos adornavam-se depois com os seus chifres, o que, segundo se diz, lhes trazia grande honra.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No Seu \u00abdiscurso da cria\u00e7\u00e3o\u00bb (J\u00f3 38\u201341), Deus chama repetidamente a aten\u00e7\u00e3o de J\u00f3 para a autonomia dos animais. Originalmente, todos eles estavam submetidos ao dom\u00ednio do ser humano (Gn 1:28; 2:19), mas ap\u00f3s a queda devida ao pecado, a humanidade s\u00f3 p\u00f4de exercer este dom\u00ednio de forma limitada, embora os animais a temessem (Gn 9:2). Assim, ainda que o auroque seja um primo do gado dom\u00e9stico, jamais se deixaria domesticar nem se tornaria dependente da provis\u00e3o humana \u2013 \u00abda sua manjedoura\u00bb (J\u00f3 39:9). Naturalmente, teria sido pr\u00e1tico se J\u00f3 pudesse usar a sua imensa for\u00e7a f\u00edsica para trabalhos pesados no campo, como arar ou gradar a terra lavrada (J\u00f3 39:10), mas isso teria sido uma tarefa temer\u00e1ria. A pergunta se ele n\u00e3o gostaria de fazer a experi\u00eancia, uma vez que se trata de um animal t\u00e3o forte (J\u00f3 39:11), \u00e9 ir\u00f3nica. Mesmo que se conseguisse atrelar o boi selvagem a uma carro\u00e7a, ele n\u00e3o a puxaria obedientemente pelo caminho desejado (J\u00f3 39:12), nem colheria a safra, mas desapareceria para sempre. Assim, a grande for\u00e7a do auroque permanece inutilizada. Deus n\u00e3o a destinou ao ser humano e quer, antes, mostrar a J\u00f3 que a humanidade s\u00f3 pode exercer o seu dom\u00ednio sobre a cria\u00e7\u00e3o e a sua utiliza\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao limite que Deus lhe fixou.<\/p>\n\n\n\n<p>A for\u00e7a indom\u00e1vel do auroque \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil de controlar \u2013 quanto a natureza pecaminosa do ser humano. Mas aquilo que \u00e9 imposs\u00edvel aos homens \u00e9 poss\u00edvel para Deus (cf. Mt 19:26). Saulo de Tarso, por exemplo, era como um boi selvagem destruidor, que empregava toda a sua for\u00e7a contra Deus (At 9:1; Gl 1:13). Quando Deus o vence, Ele recorre \u00e0 imagem de um aguilh\u00e3o de boi (At 26:14), atrav\u00e9s do qual Ele o transforma no \u00abap\u00f3stolo Paulo\u00bb \u2013 um poderoso mensageiro, disposto a colocar toda a sua for\u00e7a ao servi\u00e7o do seu Senhor e que n\u00e3o recua, nem sequer perante o sofrimento. Como servo do Evangelho, o pr\u00f3prio Paulo aplica esta imagem a si mesmo (1Co 9:9.10). Ele trouxe uma colheita tremenda de todos os povos para Deus.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1706\" height=\"940\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4928\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest.jpg 1706w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest-300x165.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest-1024x564.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest-768x423.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest-1536x846.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-schutzen-fest-600x331.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1706px) 100vw, 1706px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O rei ass\u00edrio Assurnasirpal II mandou representar-se neste relevo do seu pal\u00e1cio em N\u00ednive, enquanto ca\u00e7ava uros. Um animal adulto foi morto com flechas e uma cria foi capturada com cordas e amarrada \u00e0 carruagem.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Faz-se refer\u00eancia em cinco vers\u00edculos b\u00edblicos aos poderosos chifres do auroque. Em tr\u00eas casos, Deus usa-os para descrever o Seu pr\u00f3prio poder: \u00abEle tem a gl\u00f3ria do primog\u00eanito do seu boi, e as suas pontas s\u00e3o pontas de unic\u00f3rnio; com elas ferir\u00e1 os povos juntamente at\u00e9 \u00e0s extremidades da terra\u00bb (Dt 33:17; cf. Nm 23:22; 24:8). Num outro vers\u00edculo, Ele retrata o poder que concede \u00e0queles que n\u2019Ele confiam: \u00abMas tu exaltar\u00e1s o meu poder, como o do unic\u00f3rnio\u2026\u00bb (Sl 92:10), e noutro salmo, como o Senhor Jesus, o Filho de Deus, \u00e9 libertado do poder dos Seus inimigos: \u00abouve-me desde as pontas dos unic\u00f3rnios\u00bb (Sl 22:21).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1051\" height=\"766\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4929\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat.jpg 1051w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat-300x219.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat-1024x746.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat-768x560.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-spitzen-qualitat-600x437.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1051px) 100vw, 1051px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os chifres largos e proeminentes dos bovinos Watussi atuais s\u00e3o bastante semelhantes aos dos auroques extintos.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os chifres eram usados como instrumentos (Ez 7:14; Dn 3:5.7.10.15) ou como recipientes para beber e armazenar l\u00edquidos (1Sm 16:1). O nome \u00abQueren-Hapuc\u00bb (J\u00f3 42:14) significa \u00abchifre de cosm\u00e9tico\u00bb e aponta para um uso espec\u00edfico; e tamb\u00e9m o nome grego \u00abCorn\u00e9lio\u00bb (At 10) deriva de \u00abchifre\u00bb. Com a sua subst\u00e2ncia (queratina), que era obtida n\u00e3o s\u00f3 a partir dos chifres, mas tamb\u00e9m das garras e dos cascos, era poss\u00edvel esculpir muitos objetos \u00fateis do quotidiano, como colheres, pentes, agulhas de costura e ferramentas semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1899\" height=\"802\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4930\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft.jpg 1899w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft-300x127.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft-1024x432.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft-768x324.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft-1536x649.jpg 1536w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ab-gestumpft-600x253.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1899px) 100vw, 1899px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Infelizmente, o auroque est\u00e1 extinto, mas os esqueletos preservados revelam o seu aspeto impressionante. Aqui, os seus poderosos chifres s\u00e3o mostrados em compara\u00e7\u00e3o com dois chifres de gado dom\u00e9stico (em primeiro plano).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Como na B\u00edblia os chifres s\u00e3o, de modo geral, uma representa\u00e7\u00e3o de poder e for\u00e7a (sendo especialmente determinante em combate: 1Rs 22:11; 2Cr 18:10) e como os magn\u00edficos exemplares dos chifres dos auroques extintos, que podiam atingir at\u00e9 140 cm, contam entre os maiores, ir\u00e1 fazer-se aqui um pequeno estudo de palavras. Conv\u00e9m real\u00e7ar, primeiramente, que apenas a tradu\u00e7\u00e3o <em>Almeida Antiga<\/em> mant\u00e9m o sentido literal do uso da palavra \u00abchifre\u00bb nos pr\u00f3ximos vers\u00edculos, empregando-a na forma arcaica \u00abcorno\u00bb. Nas vers\u00f5es mais recentes, como na <em>Nova Vers\u00e3o Internacional<\/em>, faz-se men\u00e7\u00e3o do \u00abchifre\u00bb apenas na nota de rodap\u00e9 (cf. Sl 18:2). De forma a respeitar a literalidade do original e do contexto deste artigo, optou-se por citar o texto antigo, sabendo que a palavra \u00abcorno\u00bb perdeu o seu uso t\u00e9cnico no vocabul\u00e1rio portugu\u00eas atual.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>o pr\u00f3prio Deus \u00e9 referido como \u00abo corno de minha salva\u00e7\u00e3o\u00bb (2Sm 22:3, Almeida Antiga) \u2013 as tradu\u00e7\u00f5es b\u00edblicas <em>Vulgata<\/em> (latim), <em>Lutherbible<\/em> (alem\u00e3o) e <em>King James<\/em> (ingl\u00eas) mant\u00eam igualmente o termo original hebraico, designando Deus como sendo \u00abo chifre da minha salva\u00e7\u00e3o\u00bb no Salmo 18:2. Isto \u00e9 revelado especificamente no Senhor Jesus, atrav\u00e9s de Quem Deus \u00abnos levantou o corno da salva\u00e7\u00e3o na casa de David seu servo\u00bb (Lc 1:69, Almeida Antiga) \u2013 Ele \u00e9 o Messias, a quem Deus disse que \u00abfarei brotar o corno a David\u00bb (Sl 132:17; Ez 29:21, Almeida Antiga).<\/li>\n\n\n\n<li>Como o Cordeiro com sete chifres, Ele finalmente se revela no Apocalipse em poder perfeito. O sete \u00e9, na B\u00edblia, o n\u00famero da perfei\u00e7\u00e3o (Ap 5:6).<\/li>\n\n\n\n<li>Quando Deus \u00abeleva o chifre\u00bb a algu\u00e9m, significa que Ele lhe concede for\u00e7a e liberta\u00e7\u00e3o (1Sm 2:1.10; Sl 75:10; 89:17.24; 92:10; 112:9; 148:14).<\/li>\n\n\n\n<li>Quando algu\u00e9m \u00ablevanta os cornos [contra Deus]\u00bb, isso significa rebeli\u00e3o (Sl 75:4.5; Zc 1:21).<\/li>\n\n\n\n<li>Os chifres cortados, partidos ou arrancados ilustram desarmamento e impot\u00eancia (Sl 75:10; Jr 48:25; Lm 2:3; Dn 7:8; 8:7.8).<\/li>\n\n\n\n<li>A express\u00e3o \u00abCosturei veste de lamento sobre a minha pele e enterrei a minha testa [chifre] no p\u00f3\u00bb (J\u00f3 16:15, NVI) ilustra luto e rendi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Os chifres representam governantes e povos (Dn 7\u20138; Zc 1:19.21) ou, de forma ainda mais concreta: \u00abos dez chifres que viste s\u00e3o dez reis\u00bb (Ap 17:12; cf. Ap 12:3; 13:1.11; 17:3.7.16). Assim, em Daniel 8, dois imp\u00e9rios mundiais (a saber, a M\u00e9dia-P\u00e9rsia e a Gr\u00e9cia) s\u00e3o apresentados como animais com chifres (um carneiro e um bode) que, cheios de \u00f3dio e sede de vingan\u00e7a, empregam toda a sua for\u00e7a para aumentar o seu poder, tal como est\u00e1 na natureza do ser humano e como, infelizmente, ainda hoje se pode observar muitas vezes no mundo. \u2013 O Senhor, em contraste, renunciou voluntariamente ao uso dos Seus \u00abchifres\u00bb, do Seu poder ilimitado (cf. Fp 2:5-8).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Deus ilustra o Seu poder atrav\u00e9s da representa\u00e7\u00e3o dos chifres do boi selvagem; e esta \u00e9 apenas uma fraca compara\u00e7\u00e3o. Enquanto que o ser humano (sem meios t\u00e9cnicos) n\u00e3o tem for\u00e7a para domar um boi selvagem, Deus faz com que at\u00e9 montes inteiros saltem como um boi selvagem (Sl 29:6). Um boi selvagem jamais renunciaria ao poder dos seus chifres nem abriria m\u00e3o da sua liberdade. A breve descri\u00e7\u00e3o no livro de J\u00f3 deixa claro como Deus Se revelou de maneira totalmente diferente como homem na pessoa do Senhor Jesus:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>\u00bbQuerer-te-\u00e1 servir o unic\u00f3rnio ou ficar\u00e1 na tua cavalari\u00e7a?\u00bb (J\u00f3 39:9) \u2013 O Senhor Jesus n\u00e3o s\u00f3 pernoitou numa manjedoura, como tamb\u00e9m at\u00e9 Se deixou deitar numa manjedoura, porque n\u00e3o havia lugar para Ele na hospedaria (Lc 2:7). Ele veio para servir como Servo perfeito (Is 53) e para dar a Sua vida em resgate por muitos (Mc 10:45).<\/li>\n\n\n\n<li>\u00bbOu amarrar\u00e1s o unic\u00f3rnio ao rego com uma corda?\u00bb (J\u00f3 39:10) \u2013 O Senhor Jesus foi detido pelos Seus inimigos, amarrado (Mc 15:1; Jo 18:12) e levado. Ele permitiu que isso Lhe acontecesse voluntariamente e percorreu tamb\u00e9m o caminho at\u00e9 \u00e0 cruz por Sua pr\u00f3pria vontade, para a\u00ed entregar livremente a Sua vida \u00e0 morte (Jo 10:17.18).<\/li>\n\n\n\n<li>\u00bbOu confiar\u00e1s nele, por ser grande a sua for\u00e7a, ou deixar\u00e1s a seu cargo o teu trabalho?\u00bb (J\u00f3 39:11) \u2013 Embora n\u00e3o se possa confiar na grande for\u00e7a do boi selvagem, n\u00f3s devemos, sim, confiar no Senhor (Sl 37:5; Pv 3:5) e podemos saber que Ele consumou a obra da reden\u00e7\u00e3o. Ele foi o \u00danico que a podia realizar \u2013 por isso, n\u00e3o nos restava outra op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o \u00abconfiar-Lhe completamente a obra\u00bb neste aspeto.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00bbOu te fiar\u00e1s dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?\u00bb (J\u00f3 39:12) \u2013 O crente pode confiar que todo o fruto espiritual que, durante a sua vida, \u00e9 \u00abrecolhido\u00bb para o c\u00e9u pelo Senhor Jesus est\u00e1 seguro (Mt 6:20; Lc 12:33) e ser\u00e1 recompensado: \u00abE eis que cedo venho, e o meu galard\u00e3o est\u00e1 comigo para dar a cada um segundo a sua obra\u00bb (Ap 22:12).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><a href=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1240\" height=\"892\" src=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4931\" srcset=\"https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe.jpg 1240w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe-300x216.jpg 300w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe-1024x737.jpg 1024w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe-768x552.jpg 768w, https:\/\/parquediscovery.pt\/wp-content\/uploads\/HP-ur-gerippe-600x432.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1240px) 100vw, 1240px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este esqueleto de um jovem auroque pode ser visto no Museu Estatal de Pr\u00e9-Hist\u00f3ria de Halle (Saale).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns has-small-font-size is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"line-height:1\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Beja-Pereira, A; Caramelli, D; Lalueza-Fox, C: \u00ab<em>The origin of European cattle: Evidence from modern and ancient DNA\u00bb<\/em>. Proceedings of the National Academy of Sciences 2006; 103(21):8113-8118; doi: 10.1073\/pnas.0509210103<\/p>\n\n\n\n<p>British Museum: \u00abWall Panel of Nimrud, North West Palace\u00bb, n\u00famero de invent\u00e1rio do museu: 124532. (Acedido em: <a href=\"https:\/\/www.britishmuseum.org\/collection\/object\/W_1847-0623-12\">https:\/\/www.britishmuseum.org\/collection\/object\/W_1847-0623-12<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p>Rokosz, M: \u00ab<em>History of the Aurochs (Bos Taurus Primigenius) in Poland<\/em>\u00bb. Animal Genetic Resources 1995; 16:5-12; doi: 10.1017\/S1014233900004582<\/p>\n\n\n\n<p>Sanders, H: \u00ab<em>Kleine Schriften<\/em>\u00bb, publicadas ap\u00f3s a sua morte por Georg Friedrich Odtz (Vom Einhorn, besonders dem Einhorn in der Bibel, Bd. 1, pp. 101-114). Dessau (Buchhandlung der Gelehrten) 1784<\/p>\n\n\n\n<p>Van Vuure, T: \u00ab<em>History, Morphology and Ecology of the Aurochs (Bos Primigenius)<\/em>\u00bb. Citeseer 2002; (Acedido em: <a href=\"https:\/\/citeseerx.ist.psu.edu\/document?repid=rep1&#038;type=pdf&#038;doi=7cd5da765261db6b99ce44361fa8078ec7951c42\">https:\/\/citeseerx.ist.psu.edu\/document?repid=rep1&#038;type=pdf&#038;doi=7cd5da765261db6b99ce44361fa8078ec7951c42<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p>WELT: \u00ab<em>O \u2039unic\u00f3rnio\u203a siberiano n\u00e3o se extinguiu h\u00e1 muito tempo<\/em>\u00bb. Welt.de, 01.04.2016; consultado em 31.10.2023: <a href=\"https:\/\/www.welt.de\/wissenschaft\/article153896777\/Sibirisches-Einhorn-noch-nicht-lange-ausgestorben.html\">https:\/\/www.welt.de\/wissenschaft\/article153896777\/Sibirisches-Einhorn-noch-nicht-lange-ausgestorben.html<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns has-small-font-size is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\" style=\"line-height:1\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong><strong>Cr\u00e9ditos de Imagem<\/strong>:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Wikip\u00e9dia: T\u00edtulo \u2013 auroque \u2013 pintura rupestre de Lascaux \/ Peter 80 \/\/ tourada espanhola \/ \u0412\u0432\u043b\u0430\u0441\u0435\u043d\u043a\u043e \/\/ modelo de unic\u00f3rnio \/ Adrian Michael \/\/ representa\u00e7\u00e3o de unic\u00f3rnio \/ National Library of Medicine \/\/ relevo \u2013 ca\u00e7a ao auroque \/ Ealdgyth \/\/ cornos de auroque \/ Wolfgang Sauber<\/p>\n\n\n\n<p>outras licen\u00e7as: bovino de Heck (auroque) \/ shutterstock ID_1555339544 \/ Simon Vasut \/\/ vaca de Heck \/ shutterstock ID_1009287322 \/ David Dirga \/\/ gado watussi \/ shutterstock ID_742163947 \/ Saad315 \/\/ esqueleto de auroque \/ 84346935_3857773954263043_2185454483201327104_n.jpg \/ Museu Estatal de Pr\u00e9-Hist\u00f3ria de Halle\u00bb<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na B\u00edblia, os auroques simbolizam ferocidade e for\u00e7a indom\u00e1veis.<br \/> Infelizmente, estes bovinos impressionantes est\u00e3o extintos h\u00e1 muito tempo no M\u00e9dio Oriente, onde provavelmente j\u00e1 n\u00e3o[\u2026]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4450,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"remove_blocks_before_content":false,"remove_blocks_after_content":false,"disable_reading_progress_bar":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[65],"tags":[],"class_list":["post-4449","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-animals-of-the-field"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4449","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4449"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4449\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5354,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4449\/revisions\/5354"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4450"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4449"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4449"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/parquediscovery.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4449"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}